quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Mensagem de Despedida

Termina hoje o mandato da actual Comissão Política, a que tive a honra de presidir. Encerra-se hoje, com a eleição da nova Comissão Política, um ciclo marcado por diversos processos eleitorais (internos e externos) mas, acima de tudo, marcado pela situação desesperante em que o País se encontra.

Neste contexto, a Secção F sempre esteve presente e deu a cara em todos os desafios que lhe foram apresentados, defendendo os interesses e aspirações da população que representa, especialmente das camadas mais jovens, e sobretudo os interesses do País. Tomámos opções e definimos caminhos, sempre com a convicção de que seriam os melhores. Em política não há soluções perfeitas mas procuram-se sempre as melhores.

Embora por vezes o trabalho diário de uma Secção seja pouco valorizado, sempre entendemos que era este que tinha o maior impacto junto dos jovens que temos o dever de representar e defender. Se mais não fizemos, foi porque não pudemos. Sei que todos os companheiros que comigo partilharam o desafio de liderar a Secção F deram o seu melhor para cumprir os objectivos a que nos propusemos.

Agradeço a todos os que connosco partilharam este ciclo e que contribuíram para o nosso trabalho.

Não poderia também deixar de fazer um agradecimento especial aos companheiros e companheiras que fizeram parte desta Comissão Política, por todo o empenho, dedicação e trabalho ao longo dos últimos dois anos.

Termino deixando os votos das maiores felicidades e desejos de bom trabalho à nova Comissão Política da Secção F da JSD. Sabem que poderão contar comigo para o que precisarem e sei que farão um bom trabalho e estarão à altura dos desafios que surgirem ao longo do caminho.


Saudações Social-Democratas,

Pedro Folgado
Presidente da Comissão Política

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Por Uma Geração Com Futuro


A Comissão Política da Secção F da JSD de Lisboa deliberou por unanimidade apoiar a candidatura do companheiro Duarte Marques a Presidente da JSD.

Na certeza de que se trata de uma candidatura que responde aos anseios da Juventude portuguesa e que, de facto, trará um novo impulso à JSD, a Secção F da JSD disponibiliza-se para apoiar o companheiro Duarte Marques neste desafio e trabalhar para que a vitória seja uma certeza.

A Comissão Política Secção F da JSD, reunida em 24 de Outubro de 2010.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Noite da F

Tal como anunciado, no passado dia 28 de Maio teve lugar mais uma "Noite da F" subordinada ao tema da criação de concelhias nos concelhos onde ainda não existem.

A adesão foi expressiva e o debate correu de forma animada e construtiva.

O resultado foram as seguintes ideias-chave, que poderão servir de base de trabalho futuro:

1. As Comissões Políticas de Secção devem manter-se em funções de gestão até ao dia da tomada de posse da Concelhia;

2. Recomenda-se à Concelhia do PSD que crie núcleos na área de jurisdição das antigas secções;

3. Propor uma adenda à revisão dos estatutos para que sejam os Presidentes dos núcleos a escolher os candidatos às Assembleias e às Juntas de Freguesia;

4. Os militantes inscritos até à data da eleição da Concelhia mantêm-se na área correspondente à sua antiga secção;

5. A JSD deve ter representantes nos órgãos responsáveis pela criação da Concelhia.


A Secção F da JSD agradece a todos os presentes que contribuíram de forma exemplar para o debate, e em particular ao companheiro Jorge Janeiro que tratou de esquematizar as ideias.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Noite da F

Caros Companheiros, A Comissão Política da Secção F da JSD, convida à participação em mais uma "Noites da F" sobre a Concelhia de Lisboa.Dia 28 de Maio, 6ª feira, pelas 21h30, no Bar "Esqueci-me" na Rua Dom Jerónimo Osório nº10.

Mapa:http://maps.google.com/maps?f=q&hl=en&q=Rua+Dom+Jer%C3%B3nimo+Os%C3%B3rio,+10+C+-+Santa+Maria+de+Bel%C3%A9m,+Lisboa,+Portugal&ie=UTF8&hq=&hnear=R.+Dom+Jer%C3%B3nimo+Os%C3%B3rio+10,+Lisbon,+Portugal&t=h&z=16

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Jantar da (r)evolução

Porque a (r)evolução de Abril não é património exclusivo da esquerda e porque a liberdade é cada vez mais um bem escasso, a Secção F da JSD organiza um jantar comemorativo dos 36 anos do 25 de Abril de 74.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009


A Comissão Política da Secção F da JSD deseja a todos os seus militantes, amigos e simpatizantes umas Boas Festas e votos de um 2010 cheio de sucessos.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Candidatos JSD às Eleições Autárquicas 2009

Raquel Castro Lopo

Alcântara António TrigueirosVanessa Nunes
Pedro Correia

Prazeres
Ricardo Carvalho
Carlos Morais

Santa Maria de Belém
Pedro Folgado
Alexandre Martins

Santos-o-Velho
Nuno Rosa
Rudolfo Pimenta

São Francisco Xavier
Tiago Lopes

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Legislativas 2009


Acção de Rua em Belém com os candidatos da JSD à Assembleia da República pelo distrito de Lisboa.
Dia 5 de Setembro, 14:30.
Encontro em frente ao Palácio de Belém
Contamos Contigo!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Sessão de Apresentação Oficial dos Candidatos a Deputados da JSD à Assembleia da República


No próximo dia 31 de Agosto, a partir das 18H30 no Museu do Oriente (Avenida Brasília, Doca de Alcântara - Norte, 1350-362 Lisboa), terá lugar a Sessão de Apresentação Oficial dos Candidatos a Deputados da JSD à Assembleia da República e de Assinatura do Contrato Eleitoral com os Portugueses.

Neste Contrato Eleitoral os candidatos assumem várias obrigações de conduta a cumprir durante o seu mandato.

Presença e intervenções de:
- Dra. Manuela Ferreira Leite, Presidente do PSD.
- Pedro Rodrigues, Presidente da JSD.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Virgens ofendidas - Artigo de Opinião

O tom da campanha está a ganhar proporções lamentáveis.

As hostes socialistas têm enveredado ultimamente por um discurso e linguagem próprios de gente trauliteira. O recente comício do PS no Alentejo foi um exemplo disso mesmo. Capoulas Santos fala em trupe. Vital Moreira atira com calúnias. José Lello reitera as afirmações do último e "democraticamente" ataca quem no PS não concorda com esta postura.

Relembro-me da indignação socrática face aos cartazes da JSD. Inadmissível! O teor e a linguagem não são próprios de quem sabe estar em democracia! - disse ele e pediu justificações.

Mas isto não é nada de novo. Basta recuar um pouco para recordarmo-nos de um Santos Silva "malhador", de um pitoresco Manuel Pinho e suas papas, das tiradas rústicas de Mário Lino ou de um Jorge Coelho a fazer avisos à circulação com um: "quem se mete com o PS leva".

No entanto todos eles costumam indignar-se com as atitudes e afirmações de Alberto João Jardim. Virgens ofendidas...

Todavia não é só na forma que o discurso se tem radicalizado. É também no conteúdo.

As acusações de Vital Moreira, para além de deselegantes e grosseiras, reflectem conotações gravíssimas do PSD com o caso BPN. E não é o único a seguir por esta bitola: na blogosfera prosperam chistes do mesmo teor. A estratégia é clara. Associar a cúpula social-democrata de agora e de antanho, indirectamente Durão Barroso e principalmente o Presidente da República, ao BPN. Tenho assistido a teorias da conspiração, algumas bem montadas e ardilosas, outras que roçam o ridículo. Mas o seu objectivo persiste, passar para a opinião pública, a ideia de que o PSD e o BPN estão interligados.

Só gente de má fé e ignorante é que pode fazer esta associação.

Alguém tem dúvidas que militantes dos partidos do arco do poder governativo estejam presentes em praticamente todas as maiores empresas nacionais; sejam públicas ou privadas, na banca ou na finança? E isto significa que todas as fraudes ou desvios à lei que se possam passar no sector económico têm conotações partidárias? Só gente de má fé e hipócrita é que se aproveita desta realidade para ataque eleitoral. Sim, hipócrita leram bem. E se não for hipocrisia, será ignorância porque, tal como em toda a economia, também no BPN havia gente do PSD...e do PS! O Banco Efisa do Grupo BPN tinha no seu conselho geral, presidido por Oliveira e Costa, figuras tais como Guilherme d' Oliveira Martins, Augusto Mateus ou José Lamego; por exemplo. Ninguém duvida da idoneidade, seriedade e brilhantismo profissional e académico destes três senhores. Porém estão relacionados com o Grupo BPN. E não estáo ligados à esfera socialista?

Este tipo de conotações são um absurdo demagógico e populista.

O que não deixa de ser engraçado, até porque estamos no rescaldo do rebentar do caso Freeport. E quando este explodiu, muitas das pessoas acima referidas andavam escandalizadas com os ataques ao líder, clamavam pela presunção de inocência e repudiavam o julgamento sumário na praça pública, pela comunicação social. Pelos vistos, mais DVD, menos DVD, a presunção de inocência só funciona para alguns. Mas faz sentido, assanhados, como estão os cães de guerra, não tarda o Freeport nem chegou a ser construído.

Se se recordam, o PSD na altura, absteve-se de fazer comentários sobre o caso. Muito menos acusações! E não venham com a conversa dos média manipulados pelos sociais-democratas. Se há sector da sociedade que sempre foi avesso ao PSD, foi a comunicação social; basta ver o consulado cavaquista, santanista e a parte final do governo de Durão Barroso. A pressão mediática de que se queixam os socialistas, mais não é do que as consequências práticas e corporativas da tentativa de domínio e controlo da comunicação social através de quintos canais, ERCS e processos judiciais.

Não é assim, com tácticas do género, e sem falar daquilo que interessa verdadeiramente às pessoas, que se dignifica e credibiliza a política. A única coisa que conseguirão será a maioria mais que absoluta... da abstenção.

Rudolfo de Castro Pimenta

Vogal da Comissão Política da Secção F/JSD

quarta-feira, 27 de maio de 2009

terça-feira, 26 de maio de 2009

Representatividade - Artigo de Opinião

Tendo em conta o contexto actual, com a aproximação de mais um acto legislativo, neste caso as eleições europeias de 7 de Junho, torna-se necessário o debate em torno da representatividade. A este respeito surgem várias questões: se existe verdadeiramente representação democrática? E de que forma se exerce? Aqui estão duas questões muito pertinentes e de difícil resposta, do ponto de vista conceptual para que se verifique uma eleição é necessário um consentimento por parte da sociedade que consubstancie a tomada de decisão, ou seja tendo em conta que numa democracia é impossível a participação de todos, surge a necessidade de eleições para apurar representantes eleitos aos quais é concedido um mandato individual de modo a operacionalizar a tomada de decisão. É esta dicotomia entre eleitores e eleitos, representados e representantes que provoca uma certa apatia política, bem visível relativamente ao absentismo eleitoral. Esta descredibilização da actividade política e neste caso da eleição pode ser explicada através do alheamento dos eleitores na escolha dos candidatos a representantes, que em grande parte é feita pelos partidos políticos, inviabilizando a iniciativa individual, mais uma vez supostamente com vista à tomada de decisão. Por outro lado para além da exclusão do eleitorado na escolha dos candidatos a representantes à um outro factor que se evidencia igualmente importante, que é a acção desempenhada pelo representante após a eleição, ou seja, muitas das vezes o afastamento do programa político inicialmente proposto pelos candidatos, quer por motivos pessoais, políticos ou até mesmo partidários como é o caso do mandato imperativo, provocam um sentimento de traição no eleitorado, defraudando as suas expectativas iniciais.
Quero com isto dizer que me dá a sensação que os papéis estão invertidos, ou seja, em vez de ser o candidato a adaptar a sua mensagem e a sua acção ao eleitorado, é por sua vez o eleitorado obrigado a adaptar-se ao candidato. Bem, voltamos à essência do conceito de eleição, se existe consentimento na eleição, quer dizer que o candidato detém após a eleição um mandato que pode usufruir como lhe apetecer. No entanto é aqui que reside o problema, na falta de confiança que rodeia a eleição em boa parte fruto da desonestidade política que mais não passa de um sintoma da debilidade do recrutamento político, em que os candidatos procuram servir-se da política e não servir a política.

Filipe Santos

Vogal da Comissão Política da Secção F da JSD

quarta-feira, 20 de maio de 2009

II Conselho Distrital da JSD de Lisboa

No próximo Domingo, dia 24 de Maio, realizar-se-á o II Conselho Distrital Ordinário da JSD de Lisboa.
Terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, a partir das 17h30, situado na Avenida Francisco Sá Carneiro nº17, Urbanização Moinho das Antas, em Oeiras.
A ordem de trabalhos é a seguinte:

1 – Informações;
2 - Análise da situação política.



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